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Vale a pena ser uma pessoa de sucesso?

10/08/2016

Muitas vezes desejamos mudanças em nossas vidas, mas possivelmente nem sempre temos “condições” para empreendê-las, afinal encarar todo o processo transitório envolve uma dose de dor que todos nós já sentimos ao abrir mão da nossa zona de conforto.

Isso me fez pensar sobre as mensagens ambíguas que recebemos todos os dias. Se digitarmos em qualquer site de buscas a palavra “sucesso”, teremos uma infinidade de páginas abordando diferentes aspectos sobre o que pode levar alguém a ser bem-sucedido. Os sites podem até mesmo relacionar a palavra a algumas características pessoais consideradas como um requisito intrinsecamente ligado ao alcance do sucesso, como é o caso da palavra “persistência”.

É possível que você tenha uma ideia do que seja ser uma pessoa persistente, e algumas imagens podem até aparecer na sua mente para ilustrá-la. Na minha, pelo menos desde que assisti a A era do gelo, é o Mamute que, apesar de todas as adversidades, continua focado no seu objetivo.

Por vezes, no entanto, podemos fazer uma certa confusão entre ser persistente e insistente. Sobre isso, sugiro que você leia o post  5 atitudes fundamentais para quem quer mudar de vida, pois sem dúvida essas duas palavras podem parecer similares, mas são muito divergentes quanto ao método empregado. Enquanto que o persistente busca caminhos diferentes para alcançar seu objetivo, o insistente segue usando as mesmas estratégias, e ainda espera encontrar resultados diferentes.

O que quero dizer com tudo isso? É que somos bombardeados com mensagens do tipo “seja uma pessoa de sucesso”, “encontre sucesso na vida”, “seja persistente e tenha sucesso”, ao mesmo tempo em que recebemos mensagens desde a infância para acreditar que, se seguirmos alguns modelos – sejam relativos ao estilo de vida, ao tipo de trabalho, ao tipo físico ou ao relacionamento –, certamente seremos pessoas bem-sucedidas.

É possível que você ainda acredite nisso e esteja tentando seguir esses padrões, na expectativa de pertencer a alguma “comunidade” especial ou de apenas preencher algum vazio. Mas vamos ser francos? Mesmo que você se esforce muito, a única coisa que vai conseguir é se sentir ainda mais vazio, pois nenhum desses padrões foi projetado para você, e muito menos tem o propósito de fazê-lo se sentir melhor.

Simplesmente, pare de insistir em alcançar padrões inatingíveis e comece a persistir nos seus verdadeiros sonhos e planos. Para isso, talvez seja preciso voltar uma casa do tabuleiro e se perguntar sobre seus valores inegociáveis, reconhecer suas aptidões e saber mais sobre seu “calcanhar de Aquilles”. É um processo que levará algum tempo, mas quem teve a coragem de voltar uma casa, jamais se arrependeu.

Como diria a psicanalista Melanie Klein, “quem já provou o fruto do conhecimento, é sempre expulso de algum paraíso”. O que de tão ruim pode acontecer se você sair do paraíso dos padrões “fakes”? Você poderá ir aonde quiser! Há um mundo inteiramente novo para você. Você está disposto a pagar o preço?

 

Adna Rabelo foi convidada pelo Vida Borbulhante. Ela traz o olhar da psicologia ao processo de mudança de vida. Conheça sua página.

Adna Rabelo

Tenha medo do desconhecido, mas vá assim mesmo!

26/01/2016

As mudanças, por diversas razões, podem gerar algum nível de sofrimento nos seres humanos. Não é à toa que são tão temidas. Mas e daí? Quem disse que, para se construir uma vida plena e cheia de aromas e texturas, tudo seriam flores? Além do mais, se você está sonhando, a todo instante, com tudo o que poderia ser caso escolhesse mudar, provavelmente já esteja sofrendo.

Então, em vez de questionar como seria se tudo fosse diferente, vale a pena inverter a pergunta: Se tudo permanecer igual, como vou me sentir? Talvez a questão o ajude a se posicionar de maneira diversa quanto àquilo que o assusta.

Acontece, porém, que nem todos decidem enfrentar seus temores. Há pessoas, por exemplo, que escolhem não mudar por desconhecerem o que irão encontrar do outro lado. Isso as leva a permanecer num relacionamento por mais tempo (mesmo que já tenha terminado), a  não mudar de trabalho, de cidade, de hábitos; por aí vai.  Trata-se de medo do desconhecido. Isso lhe é familiar?

Existem, ainda, os que decidem não mudar por recearem que algumas de suas particularidades sejam evidenciadas nesse processo de transformação. Isso porque as mudanças deixam à mostra aquilo que é varrido para debaixo do tapete, como falhas e dificuldades internas. Assim, eles têm medo de mostrar fragilidade ou insegurança, de sofrer, ou até mesmo de reconhecer a própria força e coragem.

A parte boa nisso tudo é que, se você encarar tais temores, vai descobrir que o sofrimento é menor do que imaginava, que tem mais força do que pensava, e que aquilo que acreditava não conseguir se tornou uma boa história para contar. Nesse processo, provavelmente terá conhecido pessoas com perspectivas bem diferentes das suas, desenvolvido novas habilidades e competências, ou até mesmo encontrado uma nova causa para abraçar.

O que pode acontecer depois de tudo isso? Você começar a abrir espaço na sua mente para se enxergar maior e perceber que pode cuidar de si mesmo – necessidades, desejos e fragilidades – e, assim, vai se tornando inteiro.  O medo faz parte do ser inteiro e ele ajuda a ficar atento a situações que são danosas para você.

Então, se der medo, vá com medo mesmo! Vá!

 

Adna Rabelo foi convidada pelo Vida Borbulhante. Ela traz o olhar da psicologia ao processo de mudança de vida. Conheça sua página

Adna Rabelo

Como enxergar oportunidades em tempos de crise?

16/12/2015

Nos últimos meses, temos escutado frequentemente que nós brasileiros estamos atravessando uma crise. Alguns acreditam que é passageira, outros que vai se arrastar por anos. O fato é que há muita coisa envolvida nessa questão e, sendo assim, é preciso discutirmos um pouco a respeito desse assunto.

O que é uma crise? Essa pergunta imediatamente me faz voltar às aulas do curso extracurricular de formação em Fenomenologia Existencial, que fiz no final da faculdade, o qual resgatava  o significado duplo da palavra crise: risco e oportunidade.

Parece que muita gente, incentivada por discursos acalorados vistos especialmente nas mídias sociais, tem preferido focar no risco. Não que ele deva ser ignorado, mas deixar de considerar as oportunidades envolvidas também não aparenta ser algo muito produtivo.

Como coach e psicóloga clínica, não posso deixar de enxergar que, evolutivamente, temos o mecanismo ancestral de “luta e fuga”, ou seja, quando identificamos riscos para nossa integridade física acionamos o tal mecanismo que nos capacita para literalmente “lutar ou fugir”. Apesar de não vivermos mais nas condições que os nossos ancestrais nos tempos das cavernas, é fato que, até hoje, frequentemente acionamos esse mecanismo. A ansiedade nossa de cada dia é um dos efeitos disso, pois é como se acionássemos um “canhão” para matar uma “formiga”. O que quero dizer é que, de uma maneira geral, quando focamos no risco passamos a funcionar no “menos”, isto é, na retração.

Mas e se olhássemos o copo “meio cheio” em vez de olhá-lo como “meio vazio”? Veríamos que podemos aprender com a crise. Enxergaríamos oportunidades. Aqueles empreendedores arrojados sabem disso e tiram proveito de tal situação. Eles sabem que investir num negócio em tempos escassos permitirá desenvolver formas que otimizem os recursos, sejam eles técnicos ou profissionais. E, quando a crise passar, todos os envolvidos no negócio terão aprendido a trabalhar com pouco e assim poderão expandir ainda mais o empreendimento.

Você deve estar se perguntando: “Mas eu não sou nenhum empreendedor abastado; como posso então enxergar as oportunidades?”. Pense comigo por alguns instantes: quais são seus planos e sonhos? Talvez mudar de carreira ou abrir um escritório/consultório novo, enfim. Agora que você os têm na cabeça, responda: eles estão estagnados pela crise? Se sua resposta for não, parabéns!  Mas se a resposta for sim, o que você está deixando de fazer por acreditar que não vai conseguir em decorrência dela? Anote todos os pontos. Examine quais são os seus obstáculos. Lembre-se de que nem tudo que você pensa é verdadeiro. Observe as evidências contrárias aos seus argumentos. Provavelmente, se tiver levado esse exercício a sério e com atenção, vai notar que os pensamentos relacionados ao fracasso estão presentes.

Caso queira mudar o jogo, está na hora de perceber os obstáculos como algo a ser vencido. Sendo assim, você vai usar suas melhores armas e estratégias, incluindo aqui seus recursos materiais, pessoais e relacionais. Chega o momento de você escolher em que vai focar: risco ou oportunidade?

Se oportunidade foi a escolhida, é provável que, para conseguir alcançar seus sonhos, precise desenvolver algumas habilidades ou competências. Talvez precise considerar efetivamente entrar naquele MBA que deseja há tempos ou consultar um coach de sua confiança. Se ainda não se convenceu, pesquise sobre profissionais de sucesso que já atravessaram crises e você notará que todos eles adotaram uma postura de investir enquanto que muitos preferiram apenas lamentar a falta de “sorte”. Minha recomendação como profissional da área é que mantenha o otimismo e olhe para além dos riscos.

Adna Rabelo foi convidada pelo Vida Borbulhante. Ela traz o olhar da psicologia ao processo de mudança de vida. Conheça sua página

Adna Rabelo

O que acontece quando você decide sair da zona de conforto?

02/12/2015

Já é lugar comum falar das dificuldades de sair da zona de conforto. Muita coisa já foi dita sobre como sair dela. Eu mesma já escrevi outros posts abordando essa questão. Posso dizer que eu, pessoalmente, passei por inúmeras hesitações até que, há um ano, resolvi deixar minha adorável zona de conforto. Decidi apostar num relacionamento amoroso e mudar de cidade, encurtando assim a distância entre nós dois e abrindo um novo leque de oportunidades.

Por ser uma otimista quase que incorrigível, subestimei as dificuldades inerentes ao processo de mudança. Acreditei sinceramente que os ventos soprariam a meu favor. É verdade que até sopraram; mas, ainda assim, alguns entraves fazem parte do processo de qualquer mudança. E é sobre eles que gostaria de abordar neste texto, em especial o que eu aprendi quando resolvi enfrentá-los. Não posso dizer que o que vou falar aqui acontece a todas as pessoas, mas alguns elementos parecem se repetir. Vou enumerá-los a seguir:

  1. Sentir que está perdido – Quando saímos da zona de conforto, ficamos no limite entre a sensação de estar perdido e a de estar explorando possibilidades. A maneira como lidamos com isso altera ─ e muito ─ como nos posicionamos diante de nós mesmos e das pessoas à nossa volta. Evidentemente, se passamos a tolerar um pouco mais a sensação de estar perdido, fica mais fácil lidar com as informações novas que chegam até nós a todo instante.

  2. Sentir medo e hesitação com mais frequência – Por estarmos vivendo algo novo, nosso cérebro mapeia com muito mais rapidez e frequência tudo que pode dar errado e, com isso, vem a resposta de medo. O desafio para quem está desvendando o que existe na “zona mágica” (contrário da zona de conforto) é aprender a tolerar o medo e tomar decisões apesar dele. Evidentemente, se estiver vivenciando uma crise aguda de ansiedade é melhor evitar decisões maiores; entretanto, não abra mão das que são pequenas e importantes.

  3. Tolerar os erros – Nossa cultura reserva pouco espaço para isso, chegando até mesmo a exigir que nós acertemos sempre. Aprender a sentir o “erro” como uma grande dádiva é, sem dúvida, uma lição importante. Quando me refiro a sentir é porque não é o mesmo que saber que o “erro” ensina (algo muito racional); é, antes de tudo, aprender a ser mais leve e tolerante com o próprio processo de aprendizado.

  4. Não se comparar a ninguém – Essa máxima aparece em muitos manuais de autoajuda e de empreendedorismo. Aprender a não se comparar é que é o grande desafio. O senso comum diz que comparar-se com quem está melhor que você alimentará sua vontade de dar o melhor de si mesmo. Na verdade, no momento em que você está vulnerável, o que acontece é bem distante disso. Ao fazer comparações com alguém que está em melhor situação, suas dúvidas quanto à sua capacidade de realizar seus objetivos aumentarão, deixando-o ainda mais fragilizado. Então, se não puder evitar a comparação, que ela seja feita com alguém que está pior do que você.

  5. Fazer coisas diferentes muda sua forma de ver o mundo – Quando mudamos algumas dessas quatro coisas: onde moramos, onde trabalhamos, com quem nos relacionamos, e os hobbies/atividades extratrabalho, provocamos importantes mudanças na nossa vida pelo simples fato de que passamos a conviver com outras ideias, hábitos, culturas, etc., causando assim modificações na nossa maneira de fazer e de enxergar as coisas. Assim, não é possível continuar sendo a mesma pessoa, uma vez que você já não está exposto às coisas que o mantinham igual. Dessa forma, nosso mundo se amplia.

  6. Aprender a esperar por resultados a médio/longo prazo – Não é possível esperar de si próprio a mesma performance da zona de conforto. Na “zona mágica”, nada é como antes. É necessário reinventar-se. E criar algo novo exige bem mais do que “quebrar” tudo que existia anteriormente. O que quero dizer com isso é que até mesmo mudanças comportamentais levam um tempo para ser assimiladas. Então, nada de se cobrar por resultados para “ontem”, ok?

  7. Ser singular – A mudança põe em questão aquilo que você sempre foi, ou seja, suas máscaras, aquilo que usamos no trato social. Normalmente são tão habituais que nem nos questionamos se seu uso trará algo bom para nós ou para quem está perto. Por estar vivendo o novo, você terá que construir um repertório inédito, pois cada lugar e relacionamento têm peculiaridades que exigirão que você construa diferentes maneiras de proceder. Todo dia você pode acordar e experimentar agir de uma forma diferente. Sabe aquela dificuldade antiga de ser assertivo por receio do que as pessoas poderiam pensar se você falhasse? E que tal experimentar dizer apenas “Não, obrigado” para aquilo de que não está a fim? É uma ótima oportunidade de ousar ser mais você mesmo, abrindo espaço para ser único em seu jeito de agir e de se relacionar.

Como você já deve ter percebido, existem muitos desafios e oportunidades nessa “zona mágica”, sendo que a diferença entre eles é incrivelmente sutil. Pode ser que você esteja se percebendo em alguns desses tópicos que descrevi acima ou que esteja vivendo outras questões muito diferentes daquelas que levantei aqui. Independentemente disso, desejo que você mantenha a cabeça erguida; pois, por mais que essa fase seja desafiadora, quanto maior for sua aposta, igualmente maiores serão suas chances de alcançar os resultados que tanto deseja. Boa sorte!

Adna Rabelo foi convidada pelo Vida Borbulhante. Ela traz o olhar da psicologia ao processo de mudança de vida. Conheça sua página

Adna Rabelo

11 coisas que você pode fazer para melhorar a sua rotina

14/10/2015

Por Stephanie Gomes

Você queria que sua rotina fosse diferente? Que tivesse um pouco mais de bom humor, coisas bonitas e empolgantes, risadas e momentos bons? Quem não queria, né?

Se você deseja uma mudança radical de estilo de vida para transformar sua rotina e já está colocando isso em prática, maravilha! Mas pode ser também que você ainda esteja no processo de planejar e dar os primeiros passos, ou então esteja contente com a sua vida como ela é (melhor ainda!) e não queira necessariamente mudar, mas sim melhorá-la.

11 coisas que você pode fazer para melhorar a sua rotina

Seja qual for a sua situação, dá para começar a colocar em prática algumas atitudes que vão melhorar muito a sua rotina agora, no presente. Que tal colocar pelo menos uma delas em prática?

1) Comece o dia com atitude e pensamento positivo

Acorde calmamente e, antes de começar a reclamar por acordar cedo e ter que ir trabalhar de novo, espreguice-se para acordar o corpo aos poucos enquanto pensa em coisas positivas. Você pode usar mantras, afirmações, pensar em seus objetivos, pensar no que te motiva, orar ou apenas conversar com você mesmo por alguns minutos.

2) Pare com a obsessão do relógio

Essa é uma dica que dou por experiência própria. Eu já sou muito ansiosa, e ainda tinha a péssima mania de olhar o relógio de 5 em 5 minutos para ver se o tempo passava logo. Óbvio que isso me deixava mais ansiosa ainda. Me forcei a parar com essa mania e percebi uma diferença gritante. Comecei a focar mais no que estava fazendo e meus dias começaram a fluir. Era uma mania muito boba, mas que me deixava irritada e agitada, além de atrapalhar muito as minhas tarefas.

3) Evite o drama

Confesse: você às vezes exagera. Eu confesso também. Muitas vezes a gente tem uma reação negativa totalmente desproporcional e, ao invés de resolvermos logo o problema, ficamos falando sobre ele, reclamando, remoendo e pensando no quanto ele nos chateou ou irritou. Da próxima vez que acontecer, analise sua reação e reflita se realmente precisa reagir de forma tão intensa. Não seja tão dramático. Para problemas e situações indesejadas, a melhor atitude é ser sempre o mais prático possível e resolver sem complicar ainda mais.

4) Programe-se para fazer uma atividade que gosta todos os dias

Mesmo que não dê para fugir das obrigações e ter um dia só de atividades legais e prazerosas, faça questão de, pelo menos uma vez por dia fazer algo que você gosta, que te diverte e te deixa feliz. Não precisa ser nada elaborado, você pode assistir a um episódio de série, ouvir música, desenhar, fazer yoga, jogar video-game, dançar… o que quiser. Não se acomode na rotina porque se conformou que “rotina é uma coisa chata mesmo”. Todos os dias são importantes. Não deixe que nenhum deles passe sem momentos de alegria.

Programe-se para fazer uma atividade que gosta todos os dias

5) Converse todos os dias com pessoas que gosta de conversar

Relacionar-se com as pessoas é importante. É claro que você não precisa forçar isso, nem fazer por obrigação, mas procure manter contato com pessoas que você gosta de conversar e com quem se sente à vontade para falar sobre o que quiser. Uma conversa pode render boas risadas, desabafos, lições que você precisava ouvir… Converse um pouco todos os dias. E antes que me pergunte: sim, pode ser por whatsapp. Mas procure equilibrar isso e de vez em quando ter contato de verdade com as pessoas. Faz bem.

6) Celebre as pequenas coisas boas e veja o lado bom das ruins

Sempre dá pra encontrar algo de positivo nas situações ruins do dia a dia. Vou dar um exemplo pessoal: semana passada eu deixei meu celular cair no chão e quando o peguei vi que a tela estava toda estraçalhada. Minha primeira reação foi começar a falar “não acredito, não acredito, não acredito”. Fiquei muito chateada. Normal, afinal eu gostava do celular e não queria gastar dinheiro com isso agora, mas tive que comprar outro. Depois de um tempinho fui pro computador escrever pro blog e não conseguia me concentrar, ainda estava pensando no estrago que fiz no celular e no dinheiro que tive que gastar em um novo. Então parei, respirei fundo e comecei a pensar: ok, não é tão ruim assim. Esse celular já estava com alguns problemas e eu já sabia que ia ter que comprar um novo daqui a alguns meses de qualquer forma. Só tive que adiantar isso, então tudo bem. Sem drama. Aproveitei para expressar gratidão por ter condições de comprar outro celular, respirei fundo e voltei ao normal.

7) Encontre formas de se organizar melhor

Fazer uma lista das coisas que precisa fazer no dia, manter a mesa de trabalho organizada e limpa, ser pontual, ter um caderno de anotações… existem muitas formas simples de organizar melhor o seu dia a dia e tornar as coisas mais fáceis e agradáveis. Veja o que funciona melhor para você e organize-se. As coisas fluem melhor quando organizadas, e os bloqueios e a pressa – grandes causadores de stress – diminuem.

8) Coma saudavelmente

RotinaSabe aquela sensação boa que dá quando você toma um café da manhã super saudável ou almoça um prato bem colorido? Além de fazer você se sentir “orgulhoso” por estar cuidando de si e da sua saúde, alimentar-se de forma leve e saudável te deixa muito mais disposto.

9) Seja gentil

Ser gentil com as pessoas faz você se sentir melhor com você mesmo. Não acredita? Tente! Energia positiva gera energia positiva – assim como energia negativa gera energia negativa. Praticar pequenas gentilezas é uma ação simples que vai fazer você se sentir muito melhor com você mesmo e com a vida.

10) Aproveite melhor seu tempo livre

Você realmente gosta das coisas que faz no seu tempo livre ou apenas as faz porque é mais fácil e dá menos trabalho começar? Pegue aquelas coisas que você vive dizendo que não tem tempo para fazer e substitua o que está fazendo no seu tempo livre por elas! Se você tem tempo para o Facebook, tem tempo para fazer as coisas que não faz por falta de tempo. Aproveite melhor as oportunidades que você tem de escolher fazer o que quiser!

11) Faça algo pelos seus sonhos e objetivos todos os dias

Mesmo que seja um pequeno passo, um pequeno detalhe, uma pequena ação. Todos os dias faça alguma coisa por aquilo que você sonha conquistar. Você estará fazendo algo que importa para você, então será um momento de prazer, dedicação e aprendizado. Além disso, quando perceber, já terá feito muito pelo seu objetivo e estará bem mais perto de realizá-lo do que quando começou.

 

Stephanie Gomes foi convidada pelo Vida Borbulhante. Ela  escreve de forma simples sobre coisas complicadas da vida. Conheça o Desassossegada.

Stephanie canva