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21 Comments

  • Reply DANIEL 31/03/2016 at 11:47

    Caros bom dia,

    Li sua reportagem da historia de ir morar no Uruguai e gostei bastante. Na verdade estou me identificando com isso porque sou engenheiro e também estou querendo sair do Brasil e ir morar no Uruguai. Tenho uma conhecida lá.
    Mas estou enviando este email para pedir uma ajuda na verdae. Tem algumas coisas que preciso saber antes de embarcar no Uruguai? Tem dicas que possa vir a me ajudar?

    No mais , grato pela atenção.

    Daniel Palhares

    • Reply Bruno & Mel 01/04/2016 at 10:36

      Oi Daniel, vou mandar um email para discutirmos melhor.
      Abraço,
      Bruno

  • Reply Eduardo 23/07/2015 at 23:22

    Martin, Melissa e Bruno
    Sensacional a história de vocês, faz mais ou menos uma hora que estou lendo o blog e a vontade é de ler tudo. A profundidade de como vocês utilizam as palavras é inspirador e contagiante.
    A primeira vez que li um livro sobre este tema abriu meus olhos para o mundo. Este livro chama-se A Escola dos Deuses. Vale a pena a leitura. Pequenas mudanças em nossa vida, obviamente de dentro para fora, trazem mudanças significativas no mundo exterior, isso porque o mundo que enxergamos nada mais é que a nossa interpretação do mesmo, utilizando pré-conceitos estabelecidos e adquiridos em nossa vida.
    Lutem e sejam felizes (sempre)!
    Eduardo

    • Reply admin 24/07/2015 at 14:35

      Oi Eduardo,
      Obrigado pelas belas palavras e pelo incentivo. São sempre bem-vindos por aqui. Gostei da sugestão do livro. Já está na nossa lista. O que descobrimos na prática foi exatamente isso: quando a gente muda, o mundo muda junto. É o que chamo de “filosofia aplicada” (rs rs). E, daí, surgem mais ideias, insights, oportunidades…

      Convido-o a voltar sempre por aqui e deixar um alô.
      Abraço.
      Bruno

  • Reply Carla 21/07/2015 at 17:41

    Olá,
    Curti muito o Blog de vocês, e cada post que leio me empolgo mais, e fico tentando imaginar se consigo ter essa coragem de mudar, e até que ponto eu a teria.
    Há mais de um ano, venho tentado algo novo para mim e para minha familia. Sou casada, mãe de dois filhotes lindos de 6 e 2 anos. Preciso de tempo para ter uma vida tranquila ao lado deles, preciso de tempo para poder desfrutar desses filhos maravilhosos, e quero dar o tempo que ele precisam de mim… Como li em um dos posts, “As horas mais preciosas do dia” passo dentro de um escritório em frente ao computador, atendendo clientes, algumas vezes clientes que realmente não estão nem ai com a vida alheia… e isso me incomoda demais… O meu tempo tão precioso gasto com pessoas que nem estão ai comigo :( .
    Infelizmente ainda não consigo ( por razões financeiras ou de amadurecimento também) me desvincular da CLT, mas venho pesquisando e até me envolvi num projeto, acredito na idéia, e vejo que é possivel a realização de tudo isso através desse negócio. Mas muitas pessoas, e a maioria por sinal, não vê a vida assim, não querem nada novo, reclamam o dia todo, de tudo, Mas nada fazem para mudar.
    Enquanto isso, estou assim, lendo e aprendendo através de pessoas que estão se realizando.
    Parabéns pela ousadia e pela coragem de mudar!
    Contem com minha assiduidade aqui no blog.
    Abraços
    Carla

    • Reply admin 22/07/2015 at 09:26

      Oi Carla,
      Que bela mensagem.
      Para nós também foi um processo, que ainda não terminou, diga-se de passagem. Mas há de se acreditar nele. Tem dias que achamos tudo uma loucura. Nesses momentos é que buscamos a razão (talvez nossa razão seja diferente rs rs) e o apoio um do outro. E mensagens como a sua nos ajudam a manter o foco.

      Realmente, o fato de poder estar convivendo mais com o Martin compensa qualquer momento difícil. Acho que vale muito a pena lutar para passar mais tempo com quem se ama. Porque depois que o tempo passa, não volta mais…

      Continue nos acompanhando (e compartilhando seus pensamentos). Estamos com várias ideias e vamos compartilhar em breve.

      Forte abraço
      Bruno

  • Reply Gilmar 17/11/2014 at 12:14

    O PRINCÍPIO 90 / 10 – Stephen Covey

    Que princípio é este?

    Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.

    O que isto quer dizer?

    Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%.

    Como?

    Com sua reação.

    Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação.
    Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa. E tem prosseguimento uma batalha verbal.
    Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa. Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai pro trabalho, também contrariada. Você tem de levar sua filha, de carro, pra escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você. Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso para o dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.

    Por quê?

    Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã.

    Pense:

    “Por quê seu dia foi péssimo?”

    A) por causa do café?

    B) por causa de sua filha?

    C) por causa de sua esposa?

    D) por causa da multa de trânsito?

    E) por sua causa?

    A resposta correta é a ‘E’.

    Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos foi o que deixou seu dia ruim.

    O café cai na sua camisa Sua filha começa a chorar. Então, você diz a ela, gentilmente: “está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado”. Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui, dando adeus com a mão.

    Notou a diferença?

    Duas situações iguais, que terminam muito diferentes.

    Por quê?

    Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

    Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10. Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.
    Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se você perder o emprego? Por quê perder o sono e ficar tão chateado? Isto não funcionará. Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia. Por quê manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer nada. Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros. Estressar-se só piora as coisas.

    Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo.
    Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos, problemas e dores de cabeça. Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10.
    Pode mudar a sua vida!

  • Reply Gilmar Tavares 27/10/2014 at 13:00

    UMA LIÇÃO PARA A VIDA BORBULHANTE!!!!
    Um professor parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro. Então
    perguntou aos alunos se o vidro estava cheio. Eles concordaram que estava!! Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras. Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: ah!! agora sim, estava cheio!! Então o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro, preenchendo todo o restante dos espaços. Agora, disse o Professor, eu quero que vocês entendam que isto pode simbolizar as suas vidas: As pedras são as coisas importantes, importam muito: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que valem a pena preencherem as suas vidas. Os pedregulhos são as outras coisas que importam menos, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto, as coisas pequenas, que importam praticamente nada!!
    Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para as suas vidas. Cuidem das pedras primeiro, das coisas que realmente importam, depois estabeleçam suas prioridades para o que importa menos, o resto é só areia!!!
    Autor desconhecido por mim.

    • Reply admin 27/10/2014 at 20:28

      E ainda dava pra colocar água nesse vidro, Prof. Gilmar!!

      • Reply Gilmar 17/11/2014 at 12:17

        existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca.

  • Reply Angel 26/10/2014 at 11:47

    E quando o concurso público dos sonhos já te pegou, mas as veias pulsam por uma vida borbulhante?

    • Reply admin 26/10/2014 at 19:02

      Angel, achamos que é possível tornar o cotidiano borbulhante com algumas pequenas mudanças. Isso quando não é possível ousar mais. Afinal, se é o concurso público de seus sonhos, largar tudo e mudar de vida não é tão evidente assim, não é?! Se quiser, mande-nos um e-mail, contando mais sobre sua vida, seu trabalho, seus desejos, quem sabe trocando figurinhas não surgem borbulhas promissoras…

  • Reply Ricardo Selling 14/10/2014 at 19:37

    Bruno e Melissa, falando em bom carioquês, vocês vão mandar muito bem. Eu dei meu primeiro grande salto no vazio em 1995, quando larguei absolutamente tudo no Rio e me despenquei sozinho para Brasília sem conhecer nem uma viva alma nesta cidade. E nem gastei as 90 pratas para tomar a decisão. Trouxe minhas roupas, o carro, a bike e o sorriso. Lá se vão 20 anos. É só ter tranquilidade e curtir o salto que as coisas acontecem e o vazio é preenchido. E na pior das hipóteses, tente outra vez. Vos sois buena onda e isso ajuda muito. Tenho certeza que vão se dar bem. Estou aqui amadurecendo com a Gabi um novo salto. Como as crianças são legais para nos fazer “viajar” né? Se rolar mesmo eu conto pra vocês. E claro, mandem um doce de leite pra mim, por favor :-)

  • Reply Gilmar Tavares 10/10/2014 at 13:19

    A POBREZA DOS RICOS

    Em raros países, os ricos dispõem de tanta ostentação quanto no
    Brasil. Apesar disso, os ricos brasileiros são pobres. São pobres, porque
    compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados
    equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos
    ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, seqüestrados e mortos
    nos sinais de trânsito. Presenteiam belos carros a seus filhos, mas não
    dormem tranqüilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para
    construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são
    obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos
    castelos medievais.

    Os ricos brasileiros usufruem privadamente de tudo que a riqueza lhes
    oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Nas sextas-feiras, saem
    de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não
    poderiam freqüentar, mas perdem o apetite diante da pobreza que por perto
    arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a comer em
    restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados.
    Quando terminam de jantar escondidos, são obrigados a tomar o carro na
    porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a
    um cinema ou teatro e seguir até o bar preferido para conversar sobre o que
    viram. Não é raro que o rico seja assaltado antes de terminar a refeição,
    ou no caminho de casa. Quando isto não acontece, a viagem é um susto até
    quando abre-se o portão automático, como as antigas pontes levadiças dos
    castelos medievais. E, às vezes, o susto continua dentro de casa.

    Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que
    acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir de seu
    patrimônio e no susto permanente diante das incertezas em que os filhos
    crescerão.

    O rico brasileiro fica menos rico de tanto gastar dinheiro apenas para
    corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam
    em termos de insegurança e ineficiência. No lugar de usufruir de todo o
    seu dinheiro, é obrigado a gastar uma parte dele para proteger-se de perdas
    que sua riqueza provoca. Por causa da pobreza ao redor, os ricos
    brasileiros vivem um paradoxo: para ficarem mais ricos têm que ficar mais
    pobres, gastando cada vez mais dinheiro apenas para se proteger da
    realidade hostil e ineficiente.

    Quando viajam ao exterior, se tiverem um mínimo de informação, os ricos
    sabem que no hotel onde se hospedarão serão vistos como destruidores de
    florestas na Amazônia, usurpadores da maior concentração de renda no
    planeta, assassinos de crianças na Candelária, portadores de malária,
    dengue, verminose. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao
    serem vistos pelos olhos estrangeiros. Porém, a maior pobreza dos ricos
    brasileiros encontra-se em sua incapacidade de enxergar a riqueza que há
    nos pobres.Foi esta pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de
    perceberem, há cem anos, a riqueza que havia nos braços dos escravos
    libertos se lhes fosse dado o direito de trabalhar a imensa e ociosa terra
    de que o país dispunha. Se tivessem percebido esta riqueza e libertado a
    terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza
    que os acompanha ao redor da riqueza. Se os latifúndios tivessem sido
    colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria
    chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração
    descontrolada, com uma população sem miséria.

    A pobreza de visão dos ricos impediu-os de ver a riqueza que há na cabeça
    de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos
    abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza
    só deles e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade,
    investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar,
    vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor.
    Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos
    fossem educados.

    Achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres,
    os ricos construíram viadutos para seus carros com o dinheiro que teria
    permitido colocar água e esgoto nas casas do povo. Montam modernos
    hospitais, mas têm dificuldades para evitar infecções decorrentes da falta
    de esgotos nas cidades. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos
    sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.

    Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E esta pobreza é
    tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso, a pobreza de
    espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres
    elites ricas brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há nos
    braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar
    o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas.
    Esta seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro, pois os pobres
    sairiam da pobreza e os ricos sairiam da vergonha, da insegurança, da
    ineficiência e da insensatez. Mas talvez isto seja querer demais. Os ricos
    são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas
    malditas riquezas.

    Cristovam Buarque

  • Reply Gilmar Tavares 25/09/2014 at 12:20

    Pedido de demissão

    Venho por meio desta, apresentar oficialmente o meu
    pedido de demissão da categoria dos adultos. Resolvi
    que quero voltar a ter as responsabilidades e as
    idéias de uma criança de oito anos, no máximo.
    Quero acreditar que o mundo é justo, e que todas as
    pessoas são honestas e boas. Quero acreditar que tudo
    é possível. Quero que as complexidades da vida passem
    desapercebidas por mim, e quero ficar encantado com as
    pequenas maravilhas deste mundo.
    Quero de volta uma vida simples e sem complicações.
    Estou cansado de dias cheios de computadores que
    falham, montanhas de papelada, notícias deprimentes,
    contas a pagar, fofocas, doenças e necessidade de
    atribuir um valor monetário a tudo o que existe. Não
    quero mais ter que inventar jeitos para fazer o
    dinheiro chegar até o dia do próximo pagamento. Não
    quero mais ser obrigado a dizer adeus a pessoas
    queridas, e, com elas, a uma parte da minha vida.
    Quero ter a certeza de que Deus está no céu (eu sei
    que Ele está) e de que, por isso, tudo está direitinho
    neste mundo. Quero ir ao Mc Donald´s ou a pizzaria da
    esquina, e achar que é melhor que um restaurante cinco
    estrelas.
    Quero viajar ao redor do mundo no barquinho de papel
    que vou navegar numa poça deixada pela chuva. Quero
    jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as
    ondas que elas formam. Quero achar que as moedas de
    chocolate são melhores do que as de verdade, porque
    podemos comê-las e ficar com a cara toda lambuzada.
    Quero ficar feliz quando amadurece o primeiro caju ou
    a primeira manga, quando a jabuticabeira fica pretinha
    de fruta. Quero poder passar as tardes de verão a
    sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e
    dividindo-os com meus amigos. Quero voltar a achar que
    chicletes e picolés são as melhores coisas da vida.
    Quero que as maiores competições em que eu tenha de
    entrar, sejam um jogo de bola de gude ou uma pelada…
    Eu quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia
    era o nome das cores, a tabuada, as cantigas de roda,
    a “batatinha quando nasce” e o “Pai Nosso” e isso não
    me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor
    idéia de quantas coisas eu ainda não sabia…
    Voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque
    se vive na ignorância da existência de coisas que
    podem nos preocupar e aborrecer. Eu quero acreditar no
    poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das
    palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos
    sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia.
    E o que quero mais: quero estar convencido de que tudo
    isso vale muito mais do que o dinheiro! Por isso,
    tomem aqui as chaves do carro, a lista do
    supermercado, as receitas do médico, o talão de
    cheques, os cartões de crédito, o contra-cheques, os
    crachás de identificação, o pacotão de contas a pagar,
    a declaração de renda, a declaração de bens, as senhas
    do meu computador e das contas no banco, e resolvam as
    coisas do jeito que quiserem.
    A partir de hoje, isso é com vocês, porque eu estou me
    demitindo da vida de adulto. Agora, se você quiser
    discutir a questão, vai ter de me pegar, porque…
    PIQUE! O PEGADOR ESTÁ COM VOCÊ! e, para sair do
    pegador, só tem um jeito… demita-se você também
    dessa sua vida chata de adulto! NÃO TENHA MEDO DE SER
    FELIZ!
    A simplicidade do universo de uma criança faz muita
    falta em nossos dias, em nossos corações, a ambição e
    o egoísmo acabam sempre se tornando maiores. Por isso,
    de vez em quando, demita-se. Afaste-se dos sentimentos
    mesquinhos e pequenos do mundo dos adultos. E fique
    mais próximo do único sentimento que realmente vale a
    pena – o AMOR. E viva mais FELIZ!

  • Reply drikrieger 04/09/2014 at 22:04

    Essa angústia com o tempo que parece faltar é tão familiar… Já notei que às vezes só de reduzir o ritmo o tempo já sobra mais. Acho que ele acelera mais que a gente quando a gente corre, né?

    To apaixonada por essa decisão de vocês, um pedacinho meu vai junto (o menos medroso). Enquanto isso vou me preparando pra viver uma nova fase por aqui, essa de ter uma criaturinha iluminada nos fazendo rever absolutamente tudo com olhos novos, inéditos, puros.

    Beijos, continuem compartilhando! =)

    • Reply Melissa 05/09/2014 at 15:23

      Dri

      Justamente essa nossa decisão tem muito do olhar que o Martin trouxe para nossas vidas. Passamos a perceber o mundo com outros olhos, olhos mais humanos. Passamos a enxergar as coisas do dia a dia com mais distanciamento, com outra perspectiva.

      Aproveite muito essa nova fase que você está prestes a iniciar…não tenho dúvidas que você vai vivenciá-la com muito amor, dedicação e luz.

      Forte abraço! Mas não muito forte para não apertar d+ a Malu…kkkkk

  • Reply Bem-estar e o tempo... - Vida Borbulhante 03/09/2014 at 15:12

    […] Contato […]

  • Reply Neila Silva 25/08/2014 at 23:55

    Bruno e Melissa,
    Toda felicidade do mundo em sua nova caminhada e para onde vocês três forem essa caminhada será agradável e cheia de desafios. Bjs

    • Reply Gilmar Tavares 07/10/2014 at 13:10

      Prezad@s
      Foi assim, pensando borbulhantemente, que escrevi sobre a horta escola para crianças carentes, que a prefeitura aqui da província mandou desativar:
      Prezad@s
      Hoje cedo,estivemos no PD e retiramos nosso material.
      Ao me despedir do limoeiro, das couves, alfaces, cenouras, aboboreiras, percebi a tristeza delas e elas pediram para eu agradecer a cada mãozinha abençoada que cuidou delas.
      As couves, lindíssimas com coloração super saudável, livre das pragas após a unção do biofertilizante, abriram suas magníficas folhas e me deram um abraço comovido de despedida.
      As alfaces, em franco crescimento, deixaram bem verde claro, a alegria de estarem livres dos venenos e também agradeceram, com lágrimas nas folhas.
      As cenouras, bebezinhas ainda, brincavam na chuva ao sabor dos ventos e nem perceberam o momento. Preferi não falar nada também (santa inocência.
      E as aboboreiras, hem!! Pediram para serem chamadas de abobreiras. Uma delas com três risonhas flores. Nem cheguei perto, não aguentaria me despedir, porque sei que ela me daria suas flores, arrancando-as de seu ser. Não quero mais sacríficios!!! Já chega o abandono a que foram condenadas.
      Ah!! o velho limoeiro, valente, heróico, vencedor de tantas lutas pela sobrevivência. Ele tinha me dito que com vocês, ele encontrara a alegria de viver. Nunca ele fora tão generosamente acariciado. Certamente, ele resistirá mais um tanto, até que o fim cheio de agrotóxicos o abata. Mas ele lutará!!! Adeus velho limoeiro e obrigado pelas lições de persistência e amor à vida e à sustentabilidade!!
      Queridos seres naturais que povoam aquele diminuto espaço, adeus!!(pássaros, joaninhas, formigas, grilos, etc…etc..). Nossa idéia era conviver com vocês de maneira respeitosa e equilibrada, como no Jardim do Eden, mas…!!! Cuidem-se, hem!!
      Voluntários do ESF-L, nossa próxima horta será mais bonita, melhor, com mais espécies!! Mais crianças, mais sonhos, mais ideais. Um beijo em cada mão operosa e abençoada
      Sds!!
      Prof. Gilmar
      “Não temas nem te espantes, eu sou o Sr. teu Deus, que te toma pela tua mão e te conduz”. Slm

      • Reply admin 12/10/2014 at 14:06

        Professor, acompanhamos o seu trabalho, não desista! Sua perseverança é inspiradora!!

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